segunda-feira, 6 de maio de 2013
Movimento Proparque prepara Festa da Vida 2013, dia 9 de junho, de 16h às 19h, no anfiteatro do parque Ecológico Rio Branco
O projeto Festa da Vida é sucesso desde 1998, no Parque Ecológico Rio Branco, sempre no domingo mais próximo ao Dia Mundial do Meio Ambiente. A ideia é convidar pessoas e entidades que realizam atividades em defesa da vida para que mostrem, por meio de arte e exposição, os seus trabalhos.
Neste ano a festa será realizada no dia 9 de junho, de 16h às 19h, no anfiteatro do parque (Foto da Festa da Vida de 2012). A programação artística já conta com o apoio do Centro Cultural Banco do Nordeste, que vai trazer o Circo Tupiniquim. Outras apresentações estão sendo analisadas.
A Festa da Vida é uma estratégia desenvolvida pelo Movimento Proparque para dar visibilidade ao parque e mostrar aos gestores públicos e à população de Fortaleza a importância deste espaço como área verde da cidade, lugar de vivências solidárias e de promoção da saúde física e mental de seus frequentadores.
sábado, 23 de março de 2013
Manhã Verde destaca o projeto Livro em Movimento
Com o objetivo de divulgar o projeto Livro em Movimento e
aumentar o número de leitores no parque, o Movimento Proparque realizará no dia
14 de abril, de 9h às 11h, no Parque Ecológico Rio Branco, a Manhã Verde com
destaque em autores cearenses contemporâneos, a exemplo de Jansen Viana, que já
confirmou presença. Outros autores foram convidados, inclusive os que fazem
literatura infanto-juvenil.
A proposta é que os autores apresentem as suas
obras e tenham um bate-papo com os presentes sobre o seu processo criativo. A
finalidade do projeto Livro em Movimento é incentivar a leitura e dar
visibilidade ao parque como lugar propício não apenas a caminhadas, mas também
a vivências culturais e artísticas.
O Movimento Proparque é formado por moradores do bairro
Joaquim Távora e adjacências, cidadãos que há 18 anos exercem o seu
protagonismo social de forma voluntária, regidos pela busca do bem comum e do meio
ambiente saudável. Participe!
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Reportagem do CETV mostra a insegurança dos parques municipais
Pela declaração do major Marcos, existem dois critérios de segurança: um para o Parque do Cocó, que é estadual, e outro para os parques municipais, que ficam sem nenhuma segurança. Não dá para entender por que os usuários dos parques municipais não têm direito a segurança, afinal, a Polícia Militar é do Estado, que inclui Fortaleza.
http://g1.globo.com/videos/ceara/t/cetv-2a-edicao/v/pontos-de-lazer-de-fortaleza-estao-abandonados-por-falta-de-seguranca/2264627/
http://g1.globo.com/videos/ceara/t/cetv-2a-edicao/v/pontos-de-lazer-de-fortaleza-estao-abandonados-por-falta-de-seguranca/2264627/
sábado, 24 de novembro de 2012
Reconhecer o direito dos animais é preciso
Conhecida popularmente como iguana, essa espécie de réptil tem seu habitat no Parque Ecológico Rio Branco, daí por que somos contrários à retirada total da vegetação rasteira que o protege dos predadores.
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
O lixo e a cidade insustentável
Todo dia, há mais de dois anos, é a mesma coisa na entrada
do Parque Ecológico Rio Branco que fica no final da rua João Cordeiro: a toda
hora os carroceiros chegam com entulhos de
construção, galhos de árvores, cascas e sementes de frutas,
armários e sofás velhos, vasos
sanitários, papéis, eletrodomésticos imprestáveis e até animais mortos, além de
restos de comida estragada. Infelizmente, nessa triste tarefa de sujar os
carroceiros não estão sós. Pessoas da rua Castro Alves e da Vila São Gabriel
desconsideram a coleta sistemática e também jogam lá o lixo produzido em suas
casas.
Parceiros da rotina dos sujões, os caminhões de empresas
terceirizadas a serviço da Emlurb chegam todo dia, quase sempre entre 6h e 8h e
recolhem penosamente toda a sujeira. Tudo estaria “certo” se em pouco tempo não
recomeçasse a descarga de tudo que é imundície, principalmente entulhos resultantes
de reformas e construções.
Maior vítima dessa deplorável situação é quem mora mais
próximo do local, no caso a família do senhor François Wellimin, que fez de
tudo para impedir essa prática, mas foi vencido pela omissão do poder público.
No início ele tentou argumentar com os carroceiros mostrando que aquilo estava
errado, mas as reações eram sempre de grosserias do tipo “a rua não é sua” ou,
sendo ele francês, eles diziam “volte para o seu país.”
O Movimento Proparque alertou a Emlurb ainda no início dessa
“ocupação”, que na época, em 2010, era feita apenas por um carroceiro. Na
tentativa de chamar a atenção do poder público e conscientizar a população foi
feita uma Manhã Verde, quando alunos do curso de Artes Plásticas do IFET-CE fizeram
uma grafitagem com a temática do meio ambiente saudável. Nós do Proparque
distribuímos material impresso com informações sobre a coleta sistemática e
advertências dos agravos à saúde que o lixo pode causar.
A Emlurb colocou fiscais no local, mas estes se diziam ameaçados
pelos carroceiros, que rapidamente cresceram em número diante da facilidade de
ganhar dinheiro de pessoas inescrupulosas que não se responsabilizam pelo lixo
produzido em suas empresas ou residências. Hoje não se veem mais fiscais no
local nem se pode lamentar a ausência deles, pois de fato eles não resolvem o
problema.
sábado, 22 de setembro de 2012
Todo dia é Dia do Meio Ambiente
5 de junho, o Dia Mundial do Meio Ambiente, foi definido pela Assembleia Geral das Nações
Unidas, em 1972, na abertura da Conferência de Estocolmo sobre o ambiente
humano. Desde então a data vem sendo comemorada como forma de alertar os
governos e as populações para o uso
sustentável dos bens naturais.
Aos governos caberia a tarefa de impor, através de leis, o
uso correto da terra nas produções agrícolas, não permitindo práticas nocivas ao
planeta e às pessoas, como o uso e o abuso de agrotóxicos; o desmatamento de florestas e mata ciliar; o cultivo
de monoculturas; as atividades econômicas em áreas de mangue, como as
criações de camarão em cativeiro; o desrespeito às terras dos índios...
Às populações caberia a responsabilidade de não jogar lixo
nas ruas, nos riachos e bueiros; proteger plantas e animais; denunciar crimes
ambientais praticados por pessoas ou governos
e buscar formas solidárias de convivência com o meio ambiente, entre
outras atividades.
Neste sentido, a Constituição Brasileira, em seu artigo 225,
diz: “Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso
comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder
público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes
e futuras gerações”. (CB, 1998).
Solidariedade parece ser
o termo mais adequado para se entender o artigo 225 da nossa Constituição. Quem
é solidário não envenena a água e os alimentos dos seus semelhantes; quem é
solidário não destrói as florestas, pois estas são abrigo de espécies animais e
vegetais, além de produzirem o oxigênio essencial à vida; quem é solidário não
exaure a terra, pois dela irão depender as gerações futuras; quem é solidário
não destrói os mangues, pois neles muitas espécies se reproduzem. Do mangue
muitas populações tradicionais sobrevivem, como as marisqueiras do litoral
nordestino; quem é solidário reconhece que os índios já foram roubados ao
extremo, tanto em suas terras quanto em sua cultura.
O Movimento Proparque, ao criar a Festa da Vida, em 1998, em
consonância com o artigo 225 da CF,
pensou em destacar a solidariedade de grupos, movimentos, associações pessoas e
governos em suas ações em prol da vida. Neste
ano a festa foi realizada no dia 10 de junho, de 17h às 19h, no anfiteatro do
Parque Ecológico Rio Branco. A Festa da
Vida ousa querer ser um palco onde todos possam mostrar o que estão fazendo
pela vida. Podem ser grandes e importantes tarefas, mas também podem ser ações simples como o que o Proparque faz
há 17 anos: defender o Parque Rio Branco como bem público. “Nós podemos tudo, nós podemos mais”.
Luísa Vaz
Coordenadora do Movimento Proparque
e-mail: Luisa_revisa@hotmail.com
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Abandono
Com os portões abertos dia e noite e sem vigilância, o
Parque Ecológico Rio Branco tem sido abrigo de pessoas em situação de vulnerabilidade
social. Catadores de materiais recicláveis ou alienados por causas diversas, não se sabe ao
certo a origem dessas pessoas. O que é visível mesmo é a falta de políticas
públicas para atender esses seres humanos que andam sem rumo na cidade que
investe o que tem e o que não para a Copa do Mundo de 2014. Por outro lado, o fato de eles estarem dormindo no parque
mostra a que ponto chega o descaso da
prefeitura para com o nosso bem público. Assim, dois problemas se somam para
mostrar o quanto a cidade é perversa com os miseráveis e com o meio ambiente.
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