sábado, 8 de junho de 2013

Atrações da Festa da Vida 2013

Festa da Vida 2013

Movimento Proparque

VEJA AQUI AS ATRAÇÕES
1.       Mardônio Gomes lança CD “Nosso Mundo”, de músicas sobre meio ambiente [Ele é Professor da Escola Papa João XXIII]. Estará acompanhado pela Banda CirculaSom.
2.       Fundação Mata Atlântica com oficina sobre carvão ecológico.
3.       Paróquia de Fátima, com coleta de recicláveis eletrônicos
4.       Centro Cultural Banco do Nordeste: Circo Tupiniquim com a peça “Pato Aqui, Pato Acolá”.
5.       Márcia Paiva vem cantar
6.       Escola Madre Teresa de Calcutá trará alunos com número de música.
7.       Alguns diretores de escolas já se comprometeram a divulgar colocando faixas e distribuindo os convites entre alunos e professores.
8.       Projeto Crescer com Arte, com banda de percussão.
9.       O veterinário Maurício Plutarco, para cuidar de animais.
10.   Brinde: um saco de ração animal para sorteio entre os donos de cães.
11.   Comitê Popular da Copa: campanha contra a exploração sexual das mulheres na copa.
12.   Comunidade Lauro Vieira Chaves com sua TV popular
13.   Projeto Ecogalera: jovens de escola pública em campanha criativa pelo meio ambiente.
14.   Entidades do Movimento Contra Remoções: exposição.
15.   MOVIMENTO PRÓ-COLETA SELETIVA COM GERAÇÃO DE RENDA, da Paróquia Nossa Senhora de Fátima
16.   Escola Vila: traz a Cocobra.
17.   Grupos Familiares Al Anon [do Bairro Tauape]: exposição.
18.   Lar Amigos de Jesus, casa que acolhe crianças acometidas de câncer e seus familiares: Exposição.
19.   Movimento Pró-Árvore: mala da prosperidade
20.   Movimento Pró-Árvore: plantio de uma árvore e oficina de semeadura;
21.   Movimento Pró-Árvore: exposição de fotos.
22.   Oficina de fanzine em cima da questão: como me sinto no parque?
23.   Oficina sobre como fazer uma composteira para material de cozinha.
24.   Manoel Messias de Araújo, tecladista.
25.   Grupo Ritmos [Chorinho].
26.       Aplicação de Reiki voluntário por David Ribeiro

27.       Grupo Crítica Radical: lançamento da revista “De Saída”, com textos de autores do Brasil e de outros países questionando o capitalismo. Trabalho de divulgação científica ricamente ilustrado e com arrojado projeto gráfico.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Movimento Proparque prepara Festa da Vida 2013, dia 9 de junho, de 16h às 19h, no anfiteatro do parque Ecológico Rio Branco



O projeto Festa da Vida  é sucesso desde 1998, no Parque Ecológico Rio Branco, sempre no domingo mais próximo ao Dia Mundial do Meio Ambiente. A ideia é convidar pessoas e entidades que realizam atividades em defesa da vida para que mostrem, por meio de arte e exposição, os seus trabalhos.

Neste ano a festa será realizada no dia 9 de junho, de 16h às 19h, no anfiteatro do parque (Foto da Festa da Vida de 2012). A programação artística já conta com o apoio do Centro Cultural Banco do Nordeste, que vai trazer o Circo Tupiniquim. Outras apresentações estão sendo analisadas.

A Festa da Vida é uma estratégia desenvolvida pelo Movimento Proparque para dar visibilidade ao parque e mostrar aos gestores públicos e à população de Fortaleza a importância deste espaço como área verde da cidade, lugar de vivências solidárias e de promoção da saúde física e mental de seus frequentadores.




sábado, 23 de março de 2013

Manhã Verde destaca o projeto Livro em Movimento


Com o objetivo de divulgar o projeto Livro em Movimento e aumentar o número de leitores no parque, o Movimento Proparque realizará no dia 14 de abril, de 9h às 11h, no Parque Ecológico Rio Branco, a Manhã Verde com destaque em autores cearenses contemporâneos, a exemplo de Jansen Viana, que já confirmou presença. Outros autores foram convidados, inclusive os que fazem literatura infanto-juvenil. 



A proposta é que os autores apresentem as suas obras e tenham um bate-papo com os presentes sobre o seu processo criativo. A finalidade do projeto Livro em Movimento é incentivar a leitura e dar visibilidade ao parque como lugar propício não apenas a caminhadas, mas também a vivências culturais e artísticas.
O Movimento Proparque é formado por moradores do bairro Joaquim Távora e adjacências, cidadãos que há 18 anos exercem o seu protagonismo social de forma voluntária, regidos pela busca do bem comum e do meio ambiente saudável. Participe!

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Reportagem do CETV mostra a insegurança dos parques municipais

Pela declaração do major Marcos, existem dois critérios de segurança: um para o Parque do Cocó, que é estadual, e outro para os parques municipais, que ficam sem nenhuma segurança. Não dá para entender por que os usuários dos parques municipais não têm direito a segurança, afinal, a Polícia Militar é do Estado, que inclui Fortaleza.

http://g1.globo.com/videos/ceara/t/cetv-2a-edicao/v/pontos-de-lazer-de-fortaleza-estao-abandonados-por-falta-de-seguranca/2264627/

sábado, 24 de novembro de 2012

Reconhecer o direito dos animais é preciso


Conhecida popularmente como iguana, essa espécie de réptil tem seu habitat no Parque Ecológico Rio Branco, daí por que somos contrários à retirada total da vegetação rasteira que o protege dos predadores.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

O lixo e a cidade insustentável

 

Todo dia, há mais de dois anos, é a mesma coisa na entrada do Parque Ecológico Rio Branco que fica no final da rua João Cordeiro: a toda hora os carroceiros chegam com entulhos de  construção, galhos de árvores, cascas e sementes de frutas, armários  e sofás velhos, vasos sanitários, papéis, eletrodomésticos imprestáveis e até animais mortos, além de restos de comida estragada. Infelizmente, nessa triste tarefa de sujar os carroceiros não estão sós. Pessoas da rua Castro Alves e da Vila São Gabriel desconsideram a coleta sistemática e também jogam lá o lixo produzido em suas casas.

Parceiros da rotina dos sujões, os caminhões de empresas terceirizadas a serviço da Emlurb chegam todo dia, quase sempre entre 6h e 8h e recolhem penosamente toda a sujeira. Tudo estaria “certo” se em pouco tempo não recomeçasse a descarga de tudo que é imundície, principalmente entulhos resultantes de reformas e construções.

Maior vítima dessa deplorável situação é quem mora mais próximo do local, no caso a família do senhor François Wellimin, que fez de tudo para impedir essa prática, mas foi vencido pela omissão do poder público. No início ele tentou argumentar com os carroceiros mostrando que aquilo estava errado, mas as reações eram sempre de grosserias do tipo “a rua não é sua” ou, sendo ele francês, eles diziam “volte para o seu país.”

O Movimento Proparque alertou a Emlurb ainda no início dessa “ocupação”, que na época, em 2010, era feita apenas por um carroceiro. Na tentativa de chamar a atenção do poder público e conscientizar a população foi feita uma Manhã Verde, quando alunos do curso de Artes Plásticas do IFET-CE fizeram uma grafitagem com a temática do meio ambiente saudável. Nós do Proparque distribuímos material impresso com informações sobre a coleta sistemática e advertências dos agravos à saúde que o lixo pode causar. 


A Emlurb colocou fiscais no local, mas estes se diziam ameaçados pelos carroceiros, que rapidamente cresceram em número diante da facilidade de ganhar dinheiro de pessoas inescrupulosas que não se responsabilizam pelo lixo produzido em suas empresas ou residências. Hoje não se veem mais fiscais no local nem se pode lamentar a ausência deles, pois de fato eles não resolvem o problema.

Assim, chegamos a uma situação insustentável, pois a cada dia mais lixo é depositado ali. As caçambas tiram, os carroceiros botam, num círculo vicioso que não tem fim.   Poeira, mau cheiro e barulho incomodam durante a colocação do lixo pelos carroceiros, enquanto o lixo permanece no local e quando enfim é retirado pelos carros das empresas terceirizadas de limpeza. Quem estaciona seu automóvel e vai caminhar, ao retornar encontra-o coberto de poeira. Os que entram ou saem do parque durante a retirada do lixo tapam o nariz com a mão ou correm para se proteger da poeira. É que os homens que trabalham nas caçambas recolhem o lixo com pás, o que ocasiona também um risco para a saúde desses homens que trabalham sem os equipamentos de proteção individual. 





sábado, 22 de setembro de 2012

Todo dia é Dia do Meio Ambiente




5 de junho, o Dia Mundial do Meio Ambiente,  foi definido pela Assembleia Geral das Nações Unidas, em 1972, na abertura da Conferência de Estocolmo sobre o ambiente humano. Desde então a data vem sendo comemorada como forma de alertar os governos e as populações  para o uso sustentável dos bens naturais.
Aos governos caberia a tarefa de impor, através de leis, o uso correto da terra nas produções agrícolas, não permitindo práticas nocivas ao planeta e às pessoas, como o uso e o abuso de agrotóxicos;  o desmatamento de florestas e mata ciliar; o cultivo de monoculturas; as atividades  econômicas em áreas de mangue, como as criações de camarão em cativeiro; o desrespeito às terras dos índios...
Às populações caberia a responsabilidade de não jogar lixo nas ruas, nos riachos e bueiros; proteger plantas e animais; denunciar crimes ambientais praticados por pessoas ou governos  e buscar formas solidárias de convivência com o meio ambiente, entre outras atividades.
Neste sentido, a Constituição Brasileira, em seu artigo 225, diz: “Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações”. (CB, 1998).
Solidariedade  parece ser o termo mais adequado para se entender o artigo 225 da nossa Constituição. Quem é solidário não envenena a água e os alimentos dos seus semelhantes; quem é solidário não destrói as florestas, pois estas são abrigo de espécies animais e vegetais, além de produzirem o oxigênio essencial à vida; quem é solidário não exaure a terra, pois dela irão depender as gerações futuras; quem é solidário não destrói os mangues, pois neles muitas espécies se reproduzem. Do mangue muitas populações tradicionais sobrevivem, como as marisqueiras do litoral nordestino; quem é solidário reconhece que os índios já foram roubados ao extremo, tanto em suas terras quanto em sua cultura. 
O Movimento Proparque, ao criar a Festa da Vida, em 1998, em consonância com o artigo 225 da CF,  pensou em destacar a solidariedade  de grupos, movimentos, associações pessoas e governos  em suas ações em prol da vida. Neste ano a festa foi realizada no dia 10 de junho, de 17h às 19h, no anfiteatro do Parque Ecológico Rio Branco.  A Festa da Vida ousa querer ser um palco onde todos possam mostrar o que estão fazendo pela vida. Podem ser grandes e importantes tarefas, mas também podem  ser ações simples como o que o Proparque faz há 17 anos: defender o Parque Rio Branco como bem público. “Nós podemos  tudo, nós podemos mais”.


Luísa Vaz
Coordenadora do Movimento Proparque
e-mail: Luisa_revisa@hotmail.com